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Conjunto constituído por dois álbuns manuscritos sobre a origem da estenografia, que contêm "breves notas históricas, compiladas do método de Carvalho Cortês e Mendoça Santos".
Moldura comemorativa do centenário da escola (1885 - 1985), contendo o programa das comemorações. Trata-se de uma moldura de madeira, pintada de branco, com frisos dourados. No topo encontram-se elementos relacionados com o carácter indústrial e comercial da escola: roldanas, compassos, esquadros, colunas, envolvidos em folhagem.
Manual escolar com o título «Lições de Dactilografia para o Ensino Técnico» para exemplificação nas aulas de Dactilografia. Com um prefácio de José Vieira, professor efectivo da Escola Comercial Oliveira Martins, este manual inclui os programas do Curso Geral de Comércio e do Curso de Estenodactilógrafo. Faz uma breve abordagem da história da máquina de escrever, indica a classificação do tipo de máquinas e da sua estrutura, a forma de trabalhar com alguns modelos, tipos de texto e exercícios práticos.
Central telefónica utilizada pelos serviços administrativos. Uma central telefónica é um equipamento que permite realizar a ligação (comutação) entre dois usuários. A primeira central telefónica foi activada em Paris no ano de 1879. Em 1884, Ezra Gilliland, da empresa Bell, desenvolveu um sistema de comutação automática mais simples, que podia trabalhar com até 15 linhas. Pouco tempo após a invenção do telefone e das centrais de comutação, surgiu a ideia de automatizar as ligações entre as várias linhas existentes. Ou seja, a pessoa que desejasse telefonar, accionava mecanismos que enviavam sinais eléctricos à central automática, ligando seu aparelho ao telefone da pessoa com quem desejava falar sem o auxílio de um telefonista. As primeiras centrais automáticas, eram do tipo electromecânicas e foram posteriormente, substituídas pelas c...
Armário dividido em três partes, com três portas de vidro que abrem para cima com duas dobradiças. As portas têm fechaduras metálicas redondas, com 3 cm de diâmetro e puxadores de madeira (10x2,7x2,9). O aro de cada porta tem 5,5 cm de largura. Ilharga direita e rodapé.
Armário em pau-santo e mogno, constituído por três corpos (o do meio mais largo e avançado em relação aos laterais) apresentando três gavetas e três portas e o todo assentando sobre oito pés em forma de esfera achatada. Ao envasamento saliente, em tremidos, segue-se uma ordem de gavetas almofadadas e igualmente molduradas de tremidos, com espelho de fecho ao centro, em metal amarelo rendilhado. As gavetas são separadas por misuletas apilastradas a partir das quais se desenvolvem quatro colunas torsas adossadas aos entrepanos verticais do móvel e que terminam à mesma altura das portas. Estas, de forma rectangular, são constituídas por almofada e vidro, com os contornos exteriores moldurados por aro de tremidos. Na parte inferior, a almofada apresenta uma secção central em losango, saliente e lisa, decorada com escudete de metal amarelo ...
Armário em tola envernizada, constituído por dois corpos com portas de madeira, sendo o lado direito mais largo e com porta de dois batentes. O envasamento é simples, constituído por régua larga com rebordo de secção rectangular e ligeiramente saliente a cerca de dois centímetros da base e com remate superior constituído por rebordo semelhante, a partir do qual se erguem os entrepanos que estruturam os dois corpos do móvel. As portas, de forma rectangular, apresentam montantes e reguletes simples, com fecho simples. Adossado ao entrepano que separa o corpo mais pequeno do maior, está um friso de secção rectangular que se repete, marcando no corpo maior a junção dos dois batentes. O entablamento é composto por rebordo horizontal, semelhante aos descritos, seguido de régua larga, simples encimada com o mesmo rebordo. O corpo maior aprese...
Armário em pau-santo e mogno, constituído por três corpos (o do meio mais largo e avançado em relação aos laterais) apresentando três gavetas e três portas e o todo assentando sobre oito pés em forma de esfera achatada. Ao envasamento saliente, em tremidos, segue-se uma ordem de gavetas almofadadas e igualmente molduradas de tremidos, com espelho de fecho ao centro, em metal amarelo rendilhado. As gavetas são separadas por misuletas apilastradas a partir das quais se desenvolvem quatro colunas torsas adossadas aos entrepanos verticais do móvel e que terminam à mesma altura das portas. Estas, de forma rectangular, são constituídas por almofada e vidro, com os contornos exteriores moldurados por aro de tremidos. Na parte inferior, a almofada apresenta uma secção central em losango, saliente e lisa, decorada com escudete de metal amarelo ...
Armário de biblioteca vertical com duas portas, com rede, divididas em três partes. Nas ilhargas interiores tem duas réguas dentadas de cada lado que possibilitam alterar a altura das prateleiras, que são quatro. As dobradiças são fixas e em latão. Tem cimalha à frente e nas ilhargas laterais, com duas almofadas e moldura em cada uma delas. Na parte superior, ao centro, tem uma chapa oval em esmalte com a letra S, aberta a branco, sobre fundo azul-escuro. Na base, tem rodapé liso. É de mogno encerado.
Armário de biblioteca vertical com duas portas com rede divididas em três partes. Nas ilhargas interiores tem duas réguas dentadas de cada lado que possibilitam alterar a altura das prateleiras que são quatro. As dobradiças são fixas e em latão. Tem cimalha à frente e nas ilhargas laterais com duas almofadas e moldura em cada. Na parte superior ao centro tem uma chapa oval em esmalte com a letra T aberta a branco sobre fundo azul-escuro. Na base tem rodapé liso. É de mogno encerado.
