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O Amito é um dos tipos de paramentaria utilizada nas cerimónias religiosas católicas, colocada à volta do pescoço. Trata-se de uma faixa rectangular em linho branco fino com o lado superior rematado por pequena bainha simples, manual e os restantes lados com bainha com ajour. As extremidades superiores têm duas fitas de nastro. Ao centro, apresenta os seguintes símbolos: "P" e "X" bordados a cheio, em azul; um pelicano desenhado e bordado a ponto pé-de-flor, em cinza, de cujo bico pende até à base, uma linha em ziguezague bordada a cheio e a vermelho. "P" e "X", letras do alfabeto grego, correspondem em português a "C" e "R". Unidas formam as iniciais da palavra "CRISTÓS" (Cristo), princípio e fim de todas as coisas. O pelicano simboliza o sacrifício e a linha em ziguezague, o sangue, o martírio e o amor divino.
Estante de altar de pé alto, em tola envernizada, cuja base é formada por pés com secção paralelepipédica, alargando até ao fuste. Este é constituído por três elementos geminados, de secção paralelepipédica e afunilando até ao corpo superior que é composto por zona de apoio fixa, inclinada, em forma de livro aberto, com travão simples.
O corporal é uma pequena toalha, geralmente em linho branco, que o sacerdote coloca no centro do altar, sobre a qual irão ser depositados o cálice e a hóstia. A bolsa dos corporais é uma peça quadrangular, em forma de capa de livro, em cartão revestido a cetim roxo e forrado interiormente, a tafetá. Apresenta, no lado direito da capa, remate com aplicação de galão largo, em seda lilás, delimitado por dois frisos laterais com recortes bordados a dourado e decorado com dois medalhões delimitados por linhas serpenteadas a dourado, apresentando ao centro cruz lanceolada da mesma cor e com fundo preenchido a cinza. A abertura da bolsa, em pequeno ângulo agudo, é proporcionada por duas brides, a caseado, que, no interior da peça, ligam a capa e a contra capa.
O corporal é uma pequena toalha, geralmente em linho branco, que o sacerdote coloca no centro do altar, sobre a qual irão ser depositados o cálice e a hóstia. A bolsa dos corporais é uma peça com a forma de capa de livro, quadrangular, revestida a damasco branco pérola e forrada, interiormente, com lustrina azul celeste. O centro da capa apresenta uma cruz formada por galão de seda e veludo azul, delimitado por dois frisos constituídos pela repetição de pequenos quadrados, bordados a fio de seda dourada. A abertura da bolsa, em ângulo recto, é proporcionada por duas tiras de lustrina que, presas no interior da peça, ligam a capa e a contra capa.
Conjunto de duas caixas de esmolas, em tola, todas malhetadas, com formato de pirâmide cortada e invertida, apresentando bases quadrangulares e sendo a superior a maior. A superfície superior é rematada por pequeno rebordo liso e redondo, sendo formada por quatro peças trapezoidais iguais duas a duas, com rebaixamento central onde se encontra uma ranhura para a entrada das esmolas. Sobre uma destas peças encontra-se, fixa com dois parafusos, uma placa em acrílico transparente com inscrição a preto: "MISSÕES" (numa das caixas) e "CULTO" (na outra). De cada um dos lados, fixas na parte superior com dois parafusos, partem duas pegas lisas, em latão, descaindo até à base. A base inferior apresenta uma pequena porta com duas dobradiças e fechadura simples.
Caixa de esmolas em madeira com ferragens metálicas utilizada numa antiga sala de aulas que funcionava como capela da Escola D. João de Castro.
A casula é um paramento religioso colocado pelo sacerdote sobre a alva, destinando-se à celebração da eucaristia. Trata-se de uma peça em cetim roxo, constituída por dois semicírculos unidos nos ombros e alongados na parte posterior e anterior, (forma de capa) o que lhe confere forma ovoide. O decote é redondo e dele parte, até à base, (à frente e atrás) um sebasto (tira de pano de cor diferente) de seda lilás, delimitado por dois frisos laterais com recortes bordados a dourado e decorado com medalhões delimitados por uma linha serpenteada em dourado, apresentando ao centro cruz lanceolada da mesma cor e fundo preenchido a cinza. Toda a casula é rematada com galão dourado, aplicado do avesso.
A casula é um paramento religioso colocado pelo sacerdote sobre a alva, destinando-se à celebração da eucaristia. Trata-se de uma peça em damasco branco pérola, forrada a lustrina azul celeste, com a frente recortada à altura das cavas, decote em V truncado e caindo direita até à base, ligeiramente arredondada. Sebasto (tira de pano de cor diferente) colocado obliquamente a partir dos ombros, unindo-se ao sebasto central que parte da base do decote até à base da casula. O sebasto, azul, apresenta uma decoração geométrica a azul claro e ouro que assenta na repetição de cruz grega. Costas direitas, igualmente arredondadas na base e com sebastos semelhantes aos descritos.
Castiçal (conjunto de seis) em ferro forjado, envernizado. Base constituída por três peixes virados para o exterior, apresentando-se com a boca aberta, apoiados sobre o ventre e com as caudas erguidas ao longo do fuste, a que estão ligadas pelas barbatanas. Fuste constituído por três colunas torsas agrupadas, com ligação simples à arandela que é circular e lisa. Bocal cilíndrico, liso.
Cordão em linho branco pérola, com borla e franjas longas. O cíngulo é geralmente usado à volta da cintura, sobrea a alva.
