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Ampola de Raio X, instrumento utilizado no Laboratório de Física. Uma ampola de Raios-X chamada também de tubo de Coolidge, é um dispositivo electrónico cuja função é a produção de um feixe de electrões acelerados (Raio-X). É composta por um invólucro de alto vácuo em que, num extremo, existe um cátodo que, ao ser aquecido por uma corrente eléctrica de grande magnitude, passa por um filamento, emitindo assim o feixe electrónico posteriormente dirigido por bobinas deflectoras e acelerado contra um anteparo (Placa ou Ânodo) por bobinas aceleradoras semelhante à um tubo de raios catódicos. Basicamente a ampola de raios-x é uma válvula termiónica que, uma vez incandescente, gera um alto fluxo de electrões. Estes, após acelerados atingem o ânodo ou placa. A placa da ampola tem um formato oco e é confeccionada em tungsténio, ou grafite. Ao s...
Uma ampola de Raios-X, também chamada de tubo de Coolidge, é um dispositivo electrónico cuja função é a produção de um feixe de electrões acelerados. É composta por um invólucro de alto vácuo em que num extremo existe um cátodo que é aquecido por uma corrente eléctrica, emitindo um feixe electrónico que é dirigido por bobinas deflectoras e acelerado contra um anteparo (Placa ou Ânodo) por bobinas aceleradoras semelhante à um tubo de raios catódicos.
O aparelho era utilizado nas aulas de Física para demonstração de ensaios de electrostática/raios catódicos. O aparelho é constituído por um tubo cilíndrico em vidro que no meio toma a forma esférica de onde partem electrodos e placas deflectoras ligadas a cápsulas de contacto. O aparelho assenta em dois suportes de madeira com uma cavidade em V.
Esfera de pé isolante, utilizada nas aulas de Física para efectuar experiências de electrostática, tais como a determinação da capacidade de uma esfera relativamente à carga e tensão. Pode ser igualmente utilizada para construir um condensador esférico nos hemisférios de Cavendish.
Aparelho utilizado para estudar o efeito da faísca eléctrica no vazio. É constituído por um vaso de vidro, de forma oval, no interior do qual são instaladas duas hastes de latão. Uma das hastes prolonga-se para o exterior. O vaso de vidro apresenta ainda um terminal que torna possível a sua ligação a uma bomba de vazio, com a qual se rarefaz o ar no interior do ovo.
Esta máquina consiste basicamente numa correia isolante que transporta cargas até ao interior de um terminal em rede e metal, onde a carga é extraída e se move para a superfície exterior do terminal. Este terminal tem uma forma semicilíndrica cujos extremos são arredondados. É rematado em baixo por uma superfície metálica semi-tubular. O carregamento da correia é feito na base da máquina, por um sistema que provoca uma descarga elétrica para a superfície da correia que sobe. Isto pode ser feito usando o atrito de rolamento entre a correia e uma polia de material também isolante, diferente do material da correia, com o pente de pontas metálico.
Constituído por uma esfera de latão aberta na parte superior, suportada por um tubo isolador de vidro fixado numa base circular também de latão. Se no seu interior, através da abertura, se colocar um corpo electrizado verifica-se que a carga eléctrica no interior passa para superfície externa da esfera.
Balão de vidro com rolha de borracha atravessada por uma barra metálica, à qual se ligam duas leves fitas metálicas. A barra tem a extremidade interior em forma de chave de fendas e na extremidade exterior, uma pequena esfera. Permite a realização de experiências de electroestática. Pode ser electrizado por contacto ou por influência. As folhas, quando electrizadas, divergem consoante a quantidade de carga. Quando deixam de estar electrizadas, ficam juntas e pendentes.
Condensador para electroscópio constituído por um prato metálico com uma haste isoladora em vidro.
Aparelho utilizado nas aulas de Física para observar o poder das pontas uma vez que a densidade de carga eléctrica é maior nesta zona. Consiste num cone metálico com a base e o vértice em secção esférica.
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