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Recipiente em vidro, de forma cilíndrica terminando em gota numa das extremidades e em argola na outra. No seu interior, hermeticamente fechados, encontram-se quatro líquidos, mercúrio, água, azeite e óleo, não suscetíveis de se misturar que ocupam cerca de metade do volume. Quando líquidos não miscíveis, e sem acção química uns sobre os outros, se encontram em equilíbrio no mesmo recipiente, sobrepõem-se pela ordem decrescente das suas densidades, a partir do fundo, e as suas superfícies de separação são, na sua parte média, sempre planas e horizontais.
Altímetro em caixa niquelada com escala altimétrica fixa de 0 -3000 metros. Indica a altitude de acordo com a variação da pressão atmosférica.
Consiste numa peça única em metal cromado, que é formada por um reservatório esférico, ligado a um cilindro munido de um êmbolo. O reservatório possui cinco orifícios dispostos ao longo de um mesmo plano vertical. Introduzem-se nos orifícios tubos manométricos (tubos de vidro recurvados, com um dos lados maior que o outro), enchendo-se o ramo menor com mercúrio e depois enche-se completamente o aparelho com água. Introduzindo o êmbolo e exercendo pressão, verifica-se que o mercúrio sobe igualmente em todos os tubos manométricos, demonstrando, deste modo, o Princípio de Pascal, isto é, a pressão exercida à superfície do líquido transmitiu-se integralmente a todos os seus pontos e em todas as direcções.
Aparelho para o estudo da transmissão da pressão, servindo ao mesmo tempo para a demonstração do princípio da pressão hidráulica. Vaso cilíndrico de metal, pintado de preto (a = 20 cm; d = 16 cm) com 2 êmbolos na face superior, um maior (d = 4 cm) e outro menor (d = 2 cm), assente num tripé de madeira com 33 cm de altura. Dispõe ainda de mais dois tubos metálicos na face superior e de um terceiro êmbolo lateral (d = 2,4 cm) que tem anexas duas roldanas metálicas com calha de onde se podem suspender pesos para estabelecer o equilíbrio entre os três êmbolos.
Esfera de vidro (d = 7,5 cm) com 7 orifícios para saída de líquido, mas sem tubos, com gargalo comprido onde se move um êmbolo.
Esfera de metal, com gargalo comprido onde entra um êmbolo e do qual saem 5 tubuladuras dispostas em circunferência onde se colocam tubos de vidro em U.
O instrumento servia para exemplificar a pressão dos líquidos nas aulas de Física. É constítuido por uma base em ferro pintado de forma triangular truncada, onde está inserida uma torneira para a admissão de líquidos. Da base eleva-se um eixo tubolar vertical, no topo do qual está inserida uma estrutura circular oca em cobre, onde estão montados o mecanismo de leitura e ponteiro;o mostrador é em plástico transparente graduado de 0 a 700 e de 0 a 5.
O instrumento servia para exemplificação nas aulas de Física e destinava-se a registar a direcção, velocidade e força do vento. O aparelho compunha-se de duas partes: uma parte aérea (a existente na escola) sobre a qual se exerciam as influências atmosféricas e o aparelho registador (que não possuímos). A parte superior compreende o anemómetro propriamente dito, o cata-vento, indicando a velocidade e a variação da velocidade do vento, com a ajuda de duas agulhas indica a direcção do vento, e enfim, a palheta móvel situada sobre o cata-vento indica a variação da intensidade do vento por segundo.
Esfera de metal (d = 10 cm) com orifícios para saída de líquido dispostos em circunferência e com rolhas de cortiça perfuradas por tubos de vidro em U. No interior do tubo de metal que sai da esfera corre um êmbolo.
Aparelho que serve para mostrar que a pressão exercida por um líquido sobre o fundo do vaso que o contém não depende da forma do vaso mas só da altura do líquido.É composto por uma base retângular de metal (13,5 cm x 28 cm) de onde sai uma plataforma que se eleva a 23,5 cm e onde se enroscam os vasos e tem fixo um pequeno dispositivo de vasos comunicantes, cem como uma torneira lateral para o despejo do líquido. Os vasos são quatro, todos com base de latão e rosca, possuindo as seguintes características: dois cilíndricos, de diâmetros diferentes (números do inventário anterior B.2.10 e B.2.11); um cilíndrico, mas dobrado duas vezes em ângulo obtuso (número do inventário anterior B.2.12); um cónico (número do inventário anterior B.2.13), já rachado.
